domingo, 6 de novembro de 2011

modelo do verbo partir

    # paradigma regular
    Formas Nominais:
      infinitivo: partir
      gerúndio: partindo
      particípio: partido
    Presente do Indicativo
      eu parto
      tu partes
      ele parte
      nós partimos
      vós partis
      eles partem
    Imperfeito do Indicativo
      eu partia
      tu partias
      ele partia
      nós partíamos
      vós partíeis
      eles partiam
    Perfeito do Indicativo
      eu parti
      tu partiste
      ele partiu
      nós partimos
      vós partistes
      eles partiram
    Mais-que-perfeito do Indicativo
      eu partira
      tu partiras
      ele partira
      nós partíramos
      vós partíreis
      eles partiram
    Futuro do Pretérito do Indicativo
      eu partiria
     tu partirias
      ele partiria

      nós partiríamos
      vós partiríeis
      eles partiriam
    Futuro do Presente do Indicativo
      eu partirei
      tu partirás
      ele partirá
      nós partiremos
      vós partireis
      eles partirão
    Presente do Subjuntivo
      que eu parta
      que tu partas
      que ele parta
      que nós partamos
      que vós partais

      que eles partam
    Imperfeito do Subjuntivo
      se eu partisse
      se tu partisses
      se ele partisse
      se nós partíssemos
      se vós partísseis
      se eles partissem
    Futuro do Subjuntivo
      quando eu partir
      quando tu partires
      quando ele partir
      quando nós partirmos
      quando vós partirdes
      quando eles partirem
    Imperativo Afirmativo
      parte tu
      parta ele
      partamos nós
      parti vós
      partam eles
    Imperativo Negativo
      não partas tu
      não parta ele
      não partamos nós
      não partais vós
      não partam eles
    Infinitivo Pessoal
      por partir eu
      por partires tu
      por partir ele
        por partirmos nós
        por partirdes vós
        por partirem eles

    Modelo do verbo vender

      # paradigma regular
        Formas Nominais:
          infinitivo: vender
          gerúndio: vendendo
          particípio: vendido
        Presente do Indicativo
          eu vendo
          tu vendes
          ele vende
          nós vendemos
          vós vendeis
          eles vendem
        Imperfeito do Indicativo
          eu vendia
          tu vendias
          ele vendia
          nós vendíamos
          vós vendíeis
          eles vendiam
        Perfeito do Indicativo
          eu vendi
          tu vendeste
          ele vendeu
          nós vendemos
          vós vendestes
          eles venderam
        Mais-que-perfeito do Indicativo
          eu vendera
          tu venderas
          ele vendera
          nós vendêramos
          vós vendêreis
          eles venderam
        Futuro do Pretérito do Indicativo
          eu venderia
          tu venderias
          ele venderia
          nós venderíamos
          vós venderíeis
          eles venderiam
        Futuro do Presente do Indicativo
          eu venderei
          tu venderás
          ele venderá
          nós venderemos
          vós vendereis
          eles venderão
        Presente do Subjuntivo
          que eu venda
          que tu vendas
          que ele venda
          que nós vendamos
          que vós vendais
          que eles vendam
        Imperfeito do Subjuntivo
          se eu vendesse
          se tu vendesses
          se ele vendesse
          se nós vendêssemos
          se vós vendêsseis
          se eles vendessem
        Futuro do Subjuntivo
          quando eu vender
          quando tu venderes
          quando ele vender
          quando nós vendermos
          quando vós venderdes
          quando eles venderem
        Imperativo Afirmativo
          vende tu
          venda ele
          vendamos nós
          vendei vós
          vendam eles
        Imperativo Negativo
          não vendas tu
          não venda ele
          não vendamos nós
          não vendais vós
          não vendam eles
        Infinitivo Pessoal
          por vender eu
          por venderes tu
          por vender ele
          por vendermos nós
          por venderdes vós
          por venderem eles

      modelo do verbo cantar para conjugar o verbo sonhar

        # paradigma regular 
          Formas Nominais:   
          infinitivo: cantar   
          gerúndio: cantando   
          particípio: cantado
               Presente do Indicativo  
               eu canto  
               tu cantas   
              ele canta   
              nós cantamos   
              vós cantais   
              eles cantam
                 Imperfeito do Indicativo   
                eu cantava   
                tu cantavas   
                ele cantava   
                nós cantávamos   
                vós cantáveis   
                eles cantavam 
                    Perfeito do Indicativo   
                    eu cantei   
                    tu cantaste   
                    ele cantou   
                    nós cantamos  
                     vós cantastes 
                    eles cantaram 
                        Mais-que-perfeito do Indicativo   
                        eu cantara   
                        tu cantaras 
                        ele cantara 
                        nós cantáramos  
                         vós cantáreis  
                         eles cantaram 
                            Futuro do Pretérito do Indicativo  
                             eu cantaria  
                             tu cantarias   
                            ele cantaria   
                            nós cantaríamos 
                              vós cantaríeis  
                             eles cantariam 
                                Futuro do Presente do Indicativo  
                                 eu cantarei 
                                  tu cantarás
                                ele cantará 
                                nós cantaremos 
                                vós cantareis   
                                eles cantarão 
                                    Presente do Subjuntivo  
                                     que eu cante   
                                    que tu cantes 
                                    que ele cante  
                                    que nós cantemos   
                                    que vós canteis  
                                     que eles cantem
                                        Imperfeito do Subjuntivo   
                                        se eu cantasse   
                                        se tu cantasses  
                                         se ele cantasse  
                                        se nós cantássemos   
                                        se vós cantásseis   
                                        se eles cantassem 
                                            Futuro do Subjuntivo   
                                            quando eu cantar   
                                            quando tu cantares   
                                            quando ele cantar   
                                            quando nós cantarmos  
                                            quando vós cantardes  
                                            quando eles cantarem 
                                                Imperativo Afirmativo   
                                                canta tu   
                                                cante ele   
                                                cantemos nós  
                                                 cantai vós   
                                                cantem eles 
                                                    Imperativo Negativo   
                                                    não cantes tu   
                                                    não cante ele   
                                                    não cantemos nós  
                                                    não canteis vós   
                                                    não cantem eles 
                                                        Infinitivo Pessoal   
                                                        por cantar eu   
                                                        por cantares tu   
                                                        por cantar ele  
                                                        por cantarmos nós  
                                                        por cantardes vós  
                                                        por cantarem eles

                                                      terça-feira, 24 de maio de 2011

                                                      Vídeo do alcides e do Dione


                                                      O nome artístico da dupla é Dione Cléber e Gabriel

                                                      quarta-feira, 11 de maio de 2011

                                                      Nossa historia

                                                      Escola Cem Aroeira
                                                      A escola Cem Aroeira tem suas raízes na pequena escolinha chamada de Lagoinha que foi criada no ano seguinte a emancipação do município de Chapadão do Sul em 1987.
                                                      A região é distante do município 90 km, sendo considerada de difícil acesso. A escola atendia do pré a 4º ano e os alunos de 5º ao 9º ano eram transportados para o distrito de Indaiá do Sul que pertence á Cassilândia e os de ensino médio iam para Chapadão do Sul, saindo as 9hs e retornando as partir da 23 hs. Como eles costumavam dizer eram estudantes bóias frias.
                                                      Em 2003 conversando com alguns pais sobre as dificuldades que eles estavam tendo no aprendizado, disse a eles que poderia ser criada uma escola em que os professores é que iriam até eles, seria a concentração de todas as escolinhas da região em uma única unidade escolar e a partir daí passaram a reivindicar junto a prefeitura municipal a implantação dessa idéia, pois estava sendo feito o assentamento de 70 famílias na região do Aroeira.
                                                      Em 2006 foi inaugurada a escola dos sonhos, com atendimento do pré ao ensino médio. A educação fundamental com direção municipal e o ensino médio sob a direção estadual em parceria com a Escola Estadual Jorge Amado.
                                                      A escola iniciou com 118 alunos e tem mantido a media de 125 alunos nos últimos anos, conta com 07 professores, sendo 03 habilitados para os ensinos fundamentais e residentes no próprio assentamento e 04 habilitados para as áreas especificas e que vão semanalmente para o assentamento.
                                                      A unidade escolar funciona com horário diferenciado sendo que atende os alunos do 6º ao 9º e as três séries do ensino médio em uma semana de três dias e outra semana de dois dias com dez aulas diárias e atende os alunos de pré ao 5º ano em semana de dois dias e outra de três dias, desse modo os alunos não se cansam muito com o transporte, pois alguns residem a mais de 40 km da unidade escolar e ainda podem ajudar os pais nos dias livres, na lida do campo.
                                                      A escola atende alunos do município de Chapadão do Sul e Cassilândia .
                                                      Em 2009 foi instalada internet via satélite pelo programa Gesac, do governo Federal em parceria com a prefeitura municipal, o que facilitou e incentivou mais nossos alunos a freqüentarem a escola, pois com dizem estão interligados ao mundo.
                                                      A Escola Cem Aroeira é uma escola rural muito bem estrutura, com ótimo aproveitamento e que tem boa interação com o meio urbano e que sonha um dia se tornar uma Escola Técnica Agrícola.
                                                      Caso: Os tambores da Figueira
                                                      O primeiro dono da fazenda Aroeira foi o caboclo Valerio que dizia haver um capetinha no pé da figueira, e que esta ficava observando e chamando-o a todo instante e que dava até voltas pelas fazendas ao redores, passando pela fazenda do meu pai , Joaquim Mariano. Logo o caboclo vendeu a fazenda para Florizio Pinheiro que logo passou adiante para o Dr Jales Torres que logo veio a falecer e deixou a fazenda par seu filho Aid Torres e este colocou na cabeça que havia um tesouro enterrado no pé da figueira e começou a cavar, cavou por varios dias na procura do tal ouro e como as arvores perdem a estabilidade e para ela não cair ele ia cavando e enchendo em tambores de terra para firmar as raizes. Colocou muitos tambores de 200 litros, desses de carregar oleo. Não achou ouro nenhum. Se achou não contou para ninguem.
                                                      Em 2000 ele vendeu as terras para fazer o assentamento. Quando os assentados chegaram e viram aquela baita figueira, com um enorme burraco cheio de tambores ficaram alvoroçados e ate policia esteve no local pois achavam que tinham defuntos dentro dos tambores. Tirarm uns tambores e so tinham terra. A história ate hoje é contada por ai e cada um aumenta um pedaço. Deixando as pessoas com a pulga atras da orelha pois nunca contam que os tambores foram abertos e que só tinha terra dentro.
                                                      Outras informações . Alguns alunos da escola contam de forma diferente : eles dizem que ali na figueira um pai matou a filha por causa de um pote de ouro e depois se suicidou. Dizem que toda noite a criança aparece brincando em um balanço com o seu pai. Eles contaram isso para por medo nos professores que moram a 50 m da tal figueira. Graças a Deus nunca vi nada lá.

                                                      Estorias que o povo conta

                                                      Caso: A lenda  da noiva que aparece em noites de lua cheia
                                                      Seu anisio me contou que esta história de que aparece uma noiva la perto do rio Indaia e´que a muitos anos atras residiam ali um jovem casal : Otaviano e Aparecida e que tiveram duas filhas a Maria e a Marcolina.
                                                      Maria casou-se com Ordezino, tivertam um filho viviam felizes. Marcolina apaixonou-se pelo irmão do cunhado chamado de Pinidio e no grande dia do casório, foi dado uma grande festa , convidaram toda a vizinhança e lá pelas tantas Maria descobre que sua mãe estava tendo um caso com seu marido ..o tal de Ordezino. Desesperada entra no quarto e toma veneno. Quando descobriram o corpo ja estava frio.
                                                      Para muitos sua morte era um mistério, uma moça tão jovem e linda com um filho para criar tomar veneno ? Porque ? Logo em seguida o pai desesperado da um tiro na propria cabeça e a mãe se casa com o próprio genro e cria o seu neto como filho.
                                                      Desde então surgiu esta história da noiva que aparece correndo pelas pastagens da fazenda gritando o nome de seu amado que foi roubado pela sua propria mãe.

                                                      sábado, 7 de maio de 2011

                                                      Burocracia do buraco: fotos do teatro

                                                      As atrizes são as alunas Cassia (8º ano) e Monize (9º ano). Deram um show e permitiram um bom debate sobre o exercício da cidadania. Parabéns a elas!!!!!!!














                                                      Essa última aqui é a professora Cleonice, responsável pela peça.

                                                      A Burocracia do Buraco

                                                      Cidadão – Na minha rua tem um buraco.
                                                      Funcionário – Um só?
                                                      Cidadão – Bom... Na verdade tem uma porção de buracos, mas este de que eu falo não é mais um buraco.
                                                      Funcionário – O senhor está querendo me gozar?
                                                      Cidadão – (Colocando a mão no ombro do funcionário, com medo que ele vá tomar café antes de o atender.)O senhor não me entendeu!
                                                      Funcionário – (Já tomando ar de superioridade.) Entendi perfeitamente! O senhor chegou aqui dizendo quetinha um buraco.
                                                      Cidadão – Eu não. A minha rua.
                                                      Funcionário – Pois não... a sua rua. O senhor disse que tinha um buraco, depois que já não era mais buraco.Afinal, qual é o assunto? É buraco?
                                                      Cidadão – Sim, buraco. O senhor não me deixou explicar direito. Eu quis dizer que aquilo já não é mais buraco.
                                                      Funcionário – Taparam o buraco?
                                                      Cidadão – Pior... Era um buraco pequeno, (faz o gesto) enfim, um buraquinho. Foi crescendo, crescendo, agora é um buracão.
                                                      Funcionário – É o maior buraco do bairro?
                                                      Cidadão – (Orgulhoso e de peito estufado.) Modéstia à parte, não é por estar na minha presença não, mas lána redondeza não tem rua com um buraco igual ao da nossa rua.
                                                      Funcionário – É preciso acabar com essa proteção!
                                                      Cidadão – (Voltando ao ar humilde.) O senhor sabe, eu ouvi dizer que a gente deve colaborar pra “Operação-Buraco”.
                                                      Funcionário – Meu amigo, eu estou de saída. O senhor deixa aí nome e endereço.
                                                      Cidadão – Do buraco?
                                                      Funcionário – Que buraco, seu? O senhor parece tatu, só pensa em buraco. Onde já se viu buraco com endereço?
                                                      Cidadão – Mas esse de que eu falo, tem. É lá perto de casa.
                                                      Funcionário – Bem em frente à sua casa?
                                                      Cidadão – Não, senhor. O buraco é mais em cima.
                                                      Funcionário – O senhor conhece bem o buraco?
                                                      Cidadão – Se eu conheço? (Ar de superioridade) Meu amigo, desde pequenino que eu conheço. Crescemos juntos. O buraco é muito popular lá no meu bairro. Vão até inaugurar uma linha de ônibus para lá!
                                                      Funcionário – Linha de ônibus?
                                                      Cidadão – Sim, senhor: “Mauá – Buraco, Via Jacaré”.
                                                      Funcionário – Pelo jeito esse buraco acaba elegendo deputado. Só falta falar!
                                                      Cidadão – Pela idade que tem, já era para falar (...) O buraco hoje faz vinte anos!
                                                      Funcionário – Hoje??? Então vamos comemorar. (Cantam parabéns.)
                                                      (...)
                                                      Funcionário – (Abotoando o paletó.) Pois, meu amigo, tive imenso prazer em conhecê-lo. Recomende-me ao buraco. Que esta data se reproduza por muitos e muitos anos.
                                                      Cidadão – O senhor vai embora? (...) (Agarrando o outro pelo braço.) O senhor não vai sair sem me atender.
                                                      Funcionário – O senhor pensa que só o seu buraco é que interessa ao governador? Fique sabendo que buraco é que não falta! Eu já sei o que o senhor quer? (Tentando se desprender e visivelmente irritado) (...) (Aos berros.) O senhor quer é que a gente tape o buraco, não é?
                                                      Cidadão – Eu não venho pedir para tapar buraco nenhum. Eu apenas represento o comitê lá da minha rua.
                                                      (Começa a rir.)
                                                      Funcionário – E não é pra tapar o buraco?
                                                      Cidadão – Não, senhor. O comitê está estudando o problema e quer saber.
                                                      Funcionário – Saber o quê?
                                                      Cidadão – Saber oficialmente. Quer que esta nova repartição – já que é especializada em buraco – resolva.
                                                      Funcionário – Mas resolva o quê, seu chato?
                                                      Cidadão – Se o buraco que fica na nossa rua, ou é a nossa rua que fica no buraco!
                                                      (Cai o pano esburacado e os atores caem no buraco do ponto.)

                                                      (PRETA, Stanislaw Ponte. Dois amigos e um chato.
                                                      12ª. ed. São Paulo: Moderna, 1991, ps32-34.)
                                                      *** O texto original foi retirado do site http://my.opera.com/juniorflew/blog/2007/12/21/poi
                                                      **** As demais alterações são de responsabilidade das alunas que apresentaram a peça.

                                                      quarta-feira, 30 de março de 2011

                                                      PROJETO "REFLORESTAMENTO PARTICIPATIVO": o texto escrito

                                                      1. Introdução

                                                      A escola CEM Aroeira está localizada no lote Sessenta do Assentamento Aroeira, à 95 quilômetros da área urbana do município de Chapadão do Sul – MS. Escola e assentamento possuem uma mútua relação de colaboração, não do tipo “ideal”, mas do tipo “possível”.

                                                      Quando do assentamento das famílias, em 2002, muitos assentados, com a intenção de abrir área para lavoura, pecuária ou construção da casa própria, desmataram a vegetação nativa de suas propriedades. O prejuízo ambiental só não foi maior porque os assentados, em comum acordo, decidiram manter uma reserva coletiva numa área central do assentamento. Em relação aos demais lotes, no entanto, a degradação ambiental é visível.

                                                      Enquanto a escola exerce para a comunidade um ambiente de reunião, educação dos filhos e espaço para discussão de problemas, na via oposta, a escola só faz sentido se tiver uma comunidade para atender e beneficiar.

                                                      2. Objetivos


                                                      2.1 Geral

                                                      Reflorestar as áreas abertas da escola, as margens de rios e represas e as margens da estrada usando mudas de ipê, com a participação da comunidade.

                                                      2.2 Específicos

                                                      • Trabalhar o tema transversal do meio ambiente;

                                                      • Conscientizar os alunos sobre a importância de preservar o meio ambiente;

                                                      • Envolver a comunidade;

                                                      • Reflorestar áreas do assentamento.

                                                      3. Justificativa

                                                      Levando em conta o grande desmatamento do assentamento, apesar de ainda existir a reserva legal coletiva; considerando as constantes campanhas de incentivo à realização de reflorestamento e pensando-se na questão estética, torna-se necessário o desenvolvimento de um trabalho coletivo prático em cada lote e nas áreas vizinhas para solucionar o problema.

                                                      Considerando, ainda, que estamos em uma escola do campo e que a comunidade deve estar envolvida com a educação, o projeto deve ter sua origem e a sua finalidade no campo, respectivamente, com a coleta das sementes e com o plantio das mudas.

                                                      4. Metodologia

                                                      O desenvolvimento do projeto consta será composto em três etapas: coleta das sementes, plantio das sementes e distribuição e plantio das mudas.

                                                      Na primeira etapa, os alunos farão, no campo, em horários externos à escola, a coleta das sementes de ipê, independente da variedade, identificando as sementes colhidas como sendo de ipê amarelo, branco, roxo ou rosa.

                                                      Em seguida, os professores, na presença dos discentes, farão o plantio das sementes, indicando uma pessoa responsável para fazer a irrigação e o controle das possíveis ervas daninhas.

                                                      Por último, quando as mudas estiverem em tamanho apto, os professores farão, em colaboração com os alunos, o plantio das sementes no ambiente escolar.

                                                      Nos anos seguintes, alunos e professores prepararão as mudas para que sejam plantadas à beira de nascentes, rios, represas e estradas. Os alunos de fora do assentamento também serão contemplados com mudas.

                                                      5. Cronograma

                                                      Coleta das sementes Setembro/2010

                                                      Plantio das sementes Outubro/2010

                                                      Plantio das mudas Março/2011

                                                      Coleta das sementes Setembro/2011

                                                      Plantio das sementes Outubro/2011

                                                      Plantio das mudas Março/2012

                                                      Coleta das sementes Setembro/2012

                                                      Plantio das sementes Outubro/2012

                                                      Plantio das mudas Março/2013

                                                      6. Orçamento

                                                      Para o desenvolvimento do projeto serão necessários:

                                                      1000 copos de 600 ml para o plantio das sementes;

                                                      Mistura orgânica;

                                                      1 regador.

                                                      7. Colaboradores

                                                      Comunidade do Assentamento Aroeira;

                                                      Horta Municipal de Chapadão do Sul – MS;

                                                      Secretaria Municipal de Educação de Chapadão do Sul – MS;

                                                      APM – Associação de Pais e Mestres – da escola CEM Aroeira;

                                                      Escola Estadual Jorge Amado.

                                                      domingo, 27 de março de 2011

                                                      Poemas escolhidos do nono ano

                                                      O amor

                                                      “Se ainda que eu falasse
                                                      A língua dos homens e dos anjos
                                                      Mas não tivesse amor, nada seria

                                                      Ainda que eu andasse
                                                      No vale das sombras
                                                      Com o mau do meu lado
                                                      Mas não tivesse amor...
                                                      Não escaparia”.


                                                      Por isso, entreguei meu corpo a Deus
                                                      Confiei em seu cajado
                                                      Ele me salvou de meus inimigos

                                                      Mas, seu eu não tivesse amor
                                                      Não escaparia
                                                      O amor que tenho em Deus é maior que o mundo
                                                      Por isso, nunca estarei no fundo.

                                                      Transformação do amor
                                                      O amor é belo, caprichoso e carinhoso
                                                      O amor é astuto, negrito e amoroso
                                                      O amor é gentil, verdadeiro e confiante
                                                      Ele é a tudo um pouco semelhante

                                                      O amor é um fogo que queima
                                                      O amor é um fogo que arde
                                                      O amor é um pouco de arte
                                                      O amor faz parte

                                                      No fundo do coração
                                                      Nasce e cresce uma flor
                                                      Depois vem uma única dor
                                                      A dor da transformação


                                                      Do amor vem a decepção
                                                      De repente surge uma grande traição
                                                      Sobre o amor tudo é capaz
                                                      Mas no fim só o amor fica em paz.

                                                      quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

                                                      Parte dos nossos alunos do ensino médio











                                                       Boa sorte a todos! Aos concluintes do terceiro ano, que o ENEM seja apenas mais uma etapa a ser superada com muito sucesso!

                                                      Nossos alunos do nono ano







                                                      Nossos alunos do oitavo ano

                                                      Karina

                                                      Naiane

                                                      Cintia

                                                      Leonardo

                                                      André

                                                      Cássia

                                                      Leonardo

                                                      André